Li hoje, em Televisão, no saite do Estadão – que Xuxa conseguiu impedir na justiça a venda, pelo Mercado Livre, de cópias do filme Amor Estranho Amor.
Nesse filme, de Walther Hugo Khouri e exibido em 1982, Xuxa apareceu – aparece? – peladaça, a seduzir um menino de 12 anos.
Bem. Taaalvez venha daí o famoso epíteto “a rainha dos baixinhos”. Não sei. Epíteto? Puxa!
Mas é de bom tempo a luta de Xuxa para apagar da memória do planeta uma obra da qual participou e deixar apenas a da loirinha bonitinha exemplinho de bom comportamentozinho.
Lembra um livro, 1984, no qual é mostrado um mundo onde o poder – o Big Brother – cuida de eliminar as notícias desfavoráveis a esse mesmo poder , permitindo apenas – e produzindo – as informações que mostram como é porreta aquele sistema.
Você não leu 1984, o popular Big Brother?
Bem. Mesmo no caso de ser grande fã de Xuxa, Pelé, Globo, essas coisas, você, com o que está aqui, deverá entender porque o título deste post é Xuxa, a Big Sister.
Não entendeu?
Xapralá.